Design · Fisioterapia em Saúde da Mulher

Design de peças para fisioterapeutas de saúde da mulher

As redes sociais e o Google Perfil desta área já mostram um padrão raro: quem consome esse conteúdo evita curtir, comentar ou até deixar uma avaliação pública que mencione o motivo da consulta — incontinência, dor pélvica, disfunção sexual pós-parto são temas que a própria paciente satisfeita prefere manter fora de vista. A peça gráfica herda essa mesma exigência: nada de fotografia real de paciente, nem depoimento, mesmo quando a autorização existiria — a Forja já vai além do que o Código de Ética exige nesta especialidade, porque qualquer imagem ou frase reconhecível, mesmo sem nome, é um risco de identificação que o resto do material desta área também evita. A peça se apoia em ilustração e infográfico do processo — avaliação, reeducação do assoalho pélvico, acompanhamento —, nunca em foto de corpo que possa lembrar um antes e depois estético.

Como o paciente de fisioterapia em saúde da mulher chega até a agenda

  1. Quem procura

    A mesma mulher que pesquisa sozinha à noite e evita deixar rastro público nos outros canais desta área — aqui ela também reage melhor a uma peça discreta do que a uma peça vistosa.

  2. Quando procura

    No mesmo momento de sigilo identificado nos outros canais: pesquisa privada, sem contar para ninguém antes, geralmente à noite.

  3. Como decide

    Pela ausência de qualquer coisa que pareça exposição — foto de paciente, depoimento, linguagem clínica fria — e pela presença de ilustração que explica o processo sem constranger.

  4. De quanto em quanto tempo volta

    Revisita a peça salva durante a fase de decisão, e raramente a compartilha — o mesmo consumo silencioso já identificado no conteúdo de redes sociais desta área.

Nenhuma peça usa foto real de paciente nem depoimento, mesmo com autorização — e qualquer imagem clínica exige TCLE

O Código de Ética da Fisioterapia (Resolução COFFITO 424/2013, art. 10, V) veda divulgar depoimento de paciente sem autorização prévia por escrito, e a Resolução COFFITO 532/2021 exige Termo de Consentimento Livre e Esclarecido para qualquer imagem de paciente, com nome do profissional, número de inscrição e data gravados na própria peça. Nesta especialidade a Forja vai além dessas duas exigências: mesmo com autorização documentada, o material padrão não usa fotografia real de paciente nem depoimento, porque a natureza do tema — incontinência, dor pélvica, disfunção sexual pós-parto — torna qualquer imagem ou frase reconhecível um risco de identificação para quem a reconhece. A peça se apoia em ilustração e infográfico do processo.

COFFITO Em vigor desde 08/07/2013

Código de Ética, Resolução COFFITO 424/2013

art. 10, V (redação vigente, dada por resolução posterior do COFFITO)

Norma vigente, com alterações posteriores.

Vedado divulgar, para autopromoção, declaração, atestado, imagem, áudio ou carta de agradecimento emitida por paciente ou familiar, "salvo quando expressamente autorizado pelo cliente/paciente/usuário ou seu responsável legal". A vedação está no Capítulo X do Código (arts. 46 a 52), que reúne as regras de divulgação profissional; reforços pontuais sobre o mesmo tema aparecem em outros capítulos do mesmo Código.

Texto oficial da norma

COFFITO Em vigor desde 07/07/2021

Resolução COFFITO 532/2021

arts. 1º, 2º e 4º

Autoriza a divulgação de imagens, textos e áudios de paciente mediante autorização prévia por Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, exige que conste o nome do profissional, o número de inscrição e a data do material, e veda a divulgação de caso clínico de autoria de terceiro.

Texto oficial da norma

O que está no escopo

Faz parte

  • Peças com ilustração ou infográfico do processo — avaliação, reeducação do assoalho pélvico, acompanhamento por fase (gestação, pós-parto, climatério) —, sem fotografia real de paciente
  • Linguagem acolhedora e discreta, sem nomear sintoma de forma direta no criativo
  • Uso do rótulo "especialista em fisioterapia em saúde da mulher" apenas com RQE registrado

Não faz parte

  • Fotografia real de paciente ou depoimento, mesmo com autorização documentada
  • Peça com antes e depois de corpo que possa ser confundida com resultado estético
  • Uso do rótulo de especialista sem o RQE correspondente

Quando não faz sentido contratar

  • Se a clínica quer usar fotografia real de paciente, mesmo com autorização por escrito, esse formato não é o que a Forja produz nesta especialidade.
  • Se o profissional não tem o RQE registrado, a peça não pode anunciar "especialista em fisioterapia em saúde da mulher", mesmo que a atuação já seja nessa área.
Perguntas frequentes

Dúvidas sobre design para fisioterapeutas de saúde da mulher.

Quem cria os textos e as artes?

A Forja cria as legendas, as peças visuais e os formatos previstos no plano. Informações comerciais, preços, datas e condições precisam ser confirmados pela empresa.

A Forja utiliza imagens de banco?

Imagens licenciadas ou recursos visuais podem ser utilizados quando forem adequados ao conteúdo e permitidos pelo escopo. Materiais que precisem representar pessoas, produtos ou instalações reais dependem do envio ou da produção específica.

Ver todas as perguntas

Continue por aqui

Fale sobre marketing digital para fisioterapeutas de saúde da mulher

Conte o objetivo do seu negócio e o que já é feito hoje. A gente responde dizendo se faz sentido — inclusive quando não faz.

Ex.: o que já é feito hoje, o que trava, aonde quer chegar.

Próximo passo

Pronto para organizar o marketing de quem atende fisioterapia em saúde da mulher?

Conheça os planos da Forja ou explique a necessidade específica da sua empresa. O próximo passo será orientado de acordo com os canais, o volume de conteúdo e os objetivos do negócio.

Nenhuma etapa antes da formalização representa compromisso de contratação.