Planejamento e criação de conteúdo · Psicologia Clínica

Planejamento e criação de conteúdo para psicólogos clínicos

As redes sociais alcançam quem ainda considera fazer terapia; o conteúdo alcança um leitor num estágio mais avançado, que já decidiu entender melhor uma abordagem terapêutica específica antes de escolher entre os profissionais que atendem por ela. É um formato mais técnico e mais longo — e que não pode se apoiar no recurso que mais converteria: o relato de quem já fez terapia com aquele profissional, vedado nesta profissão mesmo com autorização por escrito.

Como o paciente de psicologia clínica chega até a agenda

  1. Quem procura

    Leitor que já decidiu entender melhor uma abordagem terapêutica específica antes de escolher entre os profissionais que atendem por ela — um estágio mais avançado que o "considerar fazer terapia" que ainda marca as redes sociais.

  2. Quando procura

    Depois de já ter visto o nome da abordagem em algum lugar — indicação, rede social, conversa — e antes de escrever para o primeiro profissional da lista.

  3. Como decide

    Pela clareza técnica do artigo sobre como a abordagem funciona na prática, sem depender de relato de quem já fez terapia com aquele profissional — esse tipo de prova social é vedado nesta profissão, diferente de áreas onde o antes e depois converte sozinho.

  4. De quanto em quanto tempo volta

    Leitura pontual por tema, mais próxima do consumo de conteúdo das redes sociais do que da recorrência semanal do próprio atendimento.

O artigo que mais converte nesta especialidade não pode se apoiar no que funcionou para outro paciente

Na publicidade profissional, o psicólogo não pode usar depoimentos de pessoas atendidas nem compartilhar fotos ou relatos dessas pessoas — mesmo com consentimento por escrito, a Nota Técnica CFP 1/2022/SOE não recomenda, pela exposição que gera. É por isso que o artigo educativo sobre uma abordagem terapêutica precisa convencer pela explicação técnica de como o método funciona, nunca por um relato de paciente real. E quando o texto usa o selo "especialista em Psicologia Clínica" na assinatura, isso só corresponde ao que a Resolução CFP 23/2022 permite se o psicólogo tiver o título registrado na Carteira de Identidade Profissional — a especialidade é uma das treze reconhecidas pelo Conselho, mas o registro nela não é automático.

CFP Em vigor desde 01/06/2022

Nota Técnica CFP 1/2022/SOE (Uso Profissional das Redes Sociais), apoiada no art. 9º do CEPP

seção "Publicidade Profissional: Uso de Depoimentos e de Fotos"; CEPP (Resolução CFP 010/2005) art. 9º

Na publicidade, o psicólogo não pode usar depoimentos de pessoas atendidas ou usuários nem compartilhar depoimentos e fotos dessas pessoas; havendo consentimento expresso e por escrito do paciente ou usuário, a utilização de fotos e depoimentos é permitida, mas não recomendada, pela possibilidade de exposição da pessoa atendida.

Texto oficial da norma

CFP Em vigor desde 02/01/2023

Resolução CFP nº 23/2022

art. 4º e art. 2º, § 1º da Resolução CFP 23/2022

Vigente, alterada pela Resolucao CFP 17/2025.

O psicólogo só pode anunciar-se como especialista numa das treze áreas reconhecidas pelo CFP se tiver o título registrado na Carteira de Identidade Profissional — no máximo duas ao mesmo tempo. O registro em si exige, cumulativamente, dois anos de prática profissional na área e prova de conhecimento teórico-metodológico (curso de especialização ou aprovação na prova de especialista do CFP); desde a Resolução CFP 17/2025, a Residência Multiprofissional também conta como essa segunda via, sem mudar a lista de treze áreas do art. 4º. Anunciar especialidade sem o registro correspondente diverge do que o art. 20, alínea c, do CEPP permite divulgar: apenas qualificações reconhecidas ou regulamentadas pela profissão.

Texto oficial da norma

O que está no escopo

Faz parte

  • Artigo explicando como funciona uma abordagem terapêutica (TCC, psicanálise, terapia humanista), sem relato de paciente como prova
  • Pauta comparando abordagens para ajudar o leitor a entender diferenças antes de escolher profissional
  • Uso do selo "especialista em Psicologia Clínica" apenas quando o psicólogo tem o título registrado no CFP

Não faz parte

  • Depoimento, relato ou foto de paciente real como prova de eficácia da abordagem
  • Uso do selo "especialista" sem o título correspondente registrado na Carteira de Identidade Profissional
  • Orientação sobre caso específico de quem comenta no artigo

Quando não faz sentido contratar

  • Se o psicólogo não tem o título de especialista registrado no CFP, o conteúdo evita o selo "especialista em Psicologia Clínica" mesmo que a prática seja majoritariamente clínica.
  • Se não há como explicar a abordagem sem citar um caso real, o artigo fica no geral — descrever o método em si converte mais do que arriscar expor um paciente.
Perguntas frequentes

Dúvidas sobre planejamento e criação de conteúdo para psicólogos clínicos.

Quem define os temas dos conteúdos?

A Forja organiza os temas com base nas informações da empresa, nos objetivos do período, nos serviços ou produtos prioritários e no plano contratado. O cliente também pode apresentar sugestões e necessidades importantes.

A Forja utiliza ferramentas de apoio na produção?

A Forja pode utilizar ferramentas de apoio na organização e na produção, sempre com revisão e responsabilidade profissional. O serviço não é apresentado como uma operação automática ou sem participação humana.

Existe conteúdo ilimitado?

Não. Cada plano possui quantidades definidas para manter a operação clara, organizada e sustentável.

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