Design · Medicina física e reabilitação

Design de peças para fisiatras

A peça de identidade desta especialidade enfrentaria a tentação óbvia de mostrar o equipamento de reabilitação — órtese robótica, esteira com suporte de peso — como prova visual de resultado. O art. 11, II e IV da Resolução CFM 2.336/2023 veda exatamente isso: atribuir capacidade privilegiada a aparelhagem ou participar de propaganda de equipamento induzindo à garantia de resultado. E o art. 13, § 1º, "d" e § 2º reserva a palavra "especialista" a quem tem RQE — quem fez só uma pós-graduação em reabilitação precisa aparecer como "MÉDICO(A) com pós-graduação em (área), NÃO ESPECIALISTA". A Forja constrói a peça em torno do que diferencia o médico fisiatra do fisioterapeuta — avaliação, diagnóstico, indicação — sem transformar o equipamento no protagonista.

Como o paciente de medicina física e reabilitação chega até a agenda

  1. Quem procura

    O mesmo adulto com dor persistente e familiar de paciente em reabilitação dos outros canais, avaliando a peça de identidade sem ainda saber se o caso é para médico ou para outro profissional — a mesma confusão que o conteúdo já precisa desfazer.

  2. Quando procura

    Consumo constante, sem sazonalidade — a peça é avaliada tanto por quem ainda decide a quem procurar quanto por quem já está em reabilitação buscando reforço visual do que foi orientado.

  3. Como decide

    Pela clareza com que a peça separa o papel do médico fisiatra do papel do fisioterapeuta, e pela presença do RQE quando a palavra "especialista" aparecer — nunca pela imagem do equipamento, que a norma impede de tratar como prova.

  4. De quanto em quanto tempo volta

    Revisão de material ligada à divulgação contínua da diferenciação profissional, mais do que a um ciclo de tratamento específico.

O equipamento de reabilitação não prova resultado, e só quem tem RQE aparece como "especialista"

O art. 11, II e IV da Resolução CFM 2.336/2023 veda atribuir capacidade privilegiada a aparelhagem e participar de propaganda de equipamento induzindo à garantia de resultado — a órtese robótica ou a esteira com suporte de peso não podem aparecer como prova de recuperação. O art. 13, § 1º, "d" e § 2º reserva "especialista" a quem tem RQE em Medicina Física e Reabilitação; pós-graduação sem RQE precisa vir com "NÃO ESPECIALISTA" em caixa alta. A Forja desenha a peça em torno da avaliação médica e da indicação — o que só o fisiatra faz — deixando o equipamento como cenário, nunca como prova.

CFM Em vigor desde 11/03/2024

Resolução CFM 2.336/2023

art. 11, II e IV

Vedado atribuir capacidade privilegiada a aparelhagens e participar de propaganda de medicamento, insumo médico ou equipamento induzindo à garantia de resultados.

Texto oficial da norma

CFM Em vigor desde 11/03/2024

Resolução CFM n. 2.336/2023

art. 13, § 1º, "d" e § 2º

Curso de pós-graduação lato sensu cadastrado no CRM é anunciado como MÉDICO(A) com pós-graduação em (área), seguido de NÃO ESPECIALISTA, em caixa alta; e é considerado especialista e detentor de título em área de atuação todo aquele que apresentar RQE.

Texto oficial da norma

O que está no escopo

Faz parte

  • Peça de identidade e campanha que separa visualmente o papel do médico fisiatra do papel do fisioterapeuta, com CRM e RQE visíveis
  • Uso de imagem de equipamento de reabilitação como cenário, nunca como prova de resultado
  • Peças para redes sociais e site dentro do volume previsto no plano
  • "NÃO ESPECIALISTA" em caixa alta quando a peça citar pós-graduação sem RQE

Não faz parte

  • Peça que atribua a um equipamento de reabilitação a recuperação de mobilidade do paciente
  • Uso da palavra "especialista" para pós-graduação em reabilitação sem RQE
  • Criação de identidade visual nova, que é projeto separado sob orçamento

Quando não faz sentido contratar

  • Se o consultório espera que o equipamento de reabilitação seja o argumento visual central, a vedação do art. 11 restringe esse formato.
  • Se a peça não deixar claro o que distingue o médico fisiatra do fisioterapeuta, o problema de confusão que já afeta as redes sociais e o Google Perfil desta especialidade continua sem solução.
Perguntas frequentes

Dúvidas sobre design para fisiatras.

Quem cria os textos e as artes?

A Forja cria as legendas, as peças visuais e os formatos previstos no plano. Informações comerciais, preços, datas e condições precisam ser confirmados pela empresa.

A Forja utiliza imagens de banco?

Imagens licenciadas ou recursos visuais podem ser utilizados quando forem adequados ao conteúdo e permitidos pelo escopo. Materiais que precisem representar pessoas, produtos ou instalações reais dependem do envio ou da produção específica.

Para quais empresas a Forja é indicada?

Para negócios que precisam organizar a presença digital, publicar com consistência e acompanhar campanhas sem criar uma estrutura interna completa. A escolha do plano depende dos canais, do volume de conteúdo e da necessidade de anúncios.

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