"Volte a ouvir como antes" é a promessa mais comum do mercado de aparelho auditivo, e é exatamente o tipo de linguagem que o Código de Ética da Fonoaudiologia veda: é infração ética divulgar procedimento sem comprovação científica ou anunciar título e especialidade que o profissional não possui. Ao mesmo tempo, a norma garante o direito de anunciar endereço, horário, instalações, equipamentos e métodos de tratamento — a peça pode mostrar a clínica e o processo de avaliação, só não pode prometer o resultado nem indicar marca ou modelo específico de aparelho, o que caracterizaria propaganda de produto, não de serviço.
Como o paciente de audiologia chega até a agenda
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Quem procura
Duas vozes na mesma peça: quem já desconfia da própria audição e quem procura em nome de outra pessoa — ambas reagindo à peça pela clareza do processo, não pela promessa de resultado.
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Quando procura
Consumo contínuo, com atenção sazonal maior em torno de datas de conscientização sobre saúde auditiva.
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Como decide
Pela peça que mostra instalação, equipamento de avaliação e identificação do profissional — nome, categoria e inscrição no Conselho Regional — mais do que por uma promessa de resultado que a mesma peça não pode fazer.
4
De quanto em quanto tempo volta
Revisita a peça quando a queixa auditiva, própria ou de outra pessoa, volta a ganhar atenção, sem padrão fixo de calendário.
A peça não pode prometer "volte a ouvir como antes", mas pode mostrar instalação e equipamento da clínica
É infração ética divulgar procedimento fonoaudiológico sem comprovação científica, bem como anunciar título ou especialidade que o profissional não possui — o que exclui qualquer linguagem de "volte a ouvir como antes" ou promessa de resultado além do que uma avaliação clínica indica. Por outro lado, é direito do fonoaudiólogo anunciar, em peças de publicidade, endereço, horário de atendimento, instalações, equipamentos, métodos de tratamento e símbolos profissionais, além das especialidades e títulos que efetivamente possui — a peça pode mostrar a clínica e o processo, e sempre carrega nome, profissão e número de inscrição no Conselho Regional de Fonoaudiologia.
CFFa/CRFaEm vigor desde 09/12/2021
Código de Ética da Fonoaudiologia, 5ª edição (Resolução CFFa 640/2021)
Capítulo X, Seção I, art. 37
É infração ética divulgar procedimento fonoaudiológico sem comprovação científica, bem como anunciar título ou especialidade que o profissional não possui.
Código de Ética da Fonoaudiologia, 5ª edição (Resolução CFFa 640/2021)
Capítulo X, Seção I, art. 36
Todo anúncio, placa ou impresso do fonoaudiólogo deve trazer o nome civil ou social, a profissão e o número de inscrição no Conselho Regional de Fonoaudiologia, mantido o decoro profissional.
Peças mostrando instalação, equipamento de avaliação e processo do atendimento, sem promessa de resultado
Nome, profissão e número de inscrição no Conselho Regional de Fonoaudiologia desenhados em toda peça
Identificação da especialidade em Audiologia efetivamente possuída pelo profissional, quando citada na peça
Não faz parte
Linguagem de "volte a ouvir como antes" ou promessa de resultado além do que uma avaliação indica
Indicação de marca ou modelo de aparelho auditivo na peça
Uso de especialidade ou título que o profissional não possui efetivamente
Quando não faz sentido contratar
Se a clínica quer uma peça prometendo melhora específica de audição, esse formato esbarra na vedação de divulgar resultado sem comprovação científica.
Se a peça pretende indicar marca ou modelo de aparelho auditivo, esse recurso caracteriza propaganda de produto e está fora do que a Forja publica aqui.
Perguntas frequentes
Dúvidas sobre design para fonoaudiólogos audiologistas.
Quem cria os textos e as artes?
A Forja cria as legendas, as peças visuais e os formatos previstos no plano. Informações comerciais, preços, datas e condições precisam ser confirmados pela empresa.
Quantas alterações posso solicitar?
O plano Presença e o plano Crescimento incluem uma rodada de ajustes por conteúdo. O plano Performance inclui duas rodadas.
A Forja utiliza imagens de banco?
Imagens licenciadas ou recursos visuais podem ser utilizados quando forem adequados ao conteúdo e permitidos pelo escopo. Materiais que precisem representar pessoas, produtos ou instalações reais dependem do envio ou da produção específica.
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