Gestão de redes sociais · Audiologia

Gestão de redes sociais para fonoaudiólogos audiologistas

Quem chega ao tráfego pago ou ao Google Perfil já sabe o que precisa: comparar clínica por sintoma ou por marca de aparelho auditivo. Quem segue este perfil nas redes sociais está um passo atrás dessa decisão — é o filho que reparou que o pai aumentou o volume da TV, ou o próprio adulto que desconfia do zumbido mas ainda não chamou de perda auditiva o que sente. O conteúdo educa sobre os sinais que costumam passar despercebidos, sem nomear aparelho nem marca, porque esse público ainda não decidiu que precisa de um.

Como o paciente de audiologia chega até a agenda

  1. Quem procura

    Filho ou cônjuge que reparou num padrão (pedir para repetir, aumentar o volume) antes de a pessoa reconhecer o próprio problema, e adulto que sente algo diferente na audição mas ainda não deu o nome de perda auditiva a isso.

  2. Quando procura

    Consumo contínuo, bem antes do momento em que o tráfego pago e o Google Perfil entram em ação — aqui a pessoa ainda está reconhecendo o próprio sintoma, não comparando clínica.

  3. Como decide

    Por reconhecer, num post sobre sinais de perda auditiva, o comportamento de si mesmo ou de um parente — o reconhecimento do sintoma é o que a campanha e o perfil já pressupõem prontos quando essa mesma pessoa finalmente pesquisa.

  4. De quanto em quanto tempo volta

    Segue de forma contínua até o dia em que o próprio conteúdo o leva a procurar avaliação — só então entra no ciclo de teste, adaptação e manutenção que move o tráfego pago e o Google Perfil.

Descrever sinal de perda auditiva não pode virar promessa de que o aparelho devolve a audição normal

Um calendário educativo sobre sinais de perda auditiva ainda esbarra na mesma vedação da campanha paga: o art. 37 do Código de Ética veda prometer resultado além do que uma avaliação pode indicar, e "volte a ouvir como antes" continua fora de qualquer legenda, mesmo na publicação mais educativa. A Forja organiza a pauta em torno do sinal em si — dificuldade em ambiente barulhento, pedir para repetir, volume alto de TV —, nunca em torno do que o aparelho promete resolver, e mantém a especialidade em Audiologia efetivamente possuída identificada nas publicações.

CFFa/CRFa Em vigor desde 09/12/2021

Código de Ética da Fonoaudiologia, 5ª edição (Resolução CFFa 640/2021)

Capítulo X, Seção I, art. 37

É infração ética divulgar procedimento fonoaudiológico sem comprovação científica, bem como anunciar título ou especialidade que o profissional não possui.

Texto oficial da norma

CFFa/CRFa Em vigor desde 09/12/2021

Código de Ética da Fonoaudiologia, 5ª edição (Resolução CFFa 640/2021)

Capítulo X, Seção I, art. 35

É direito do fonoaudiólogo anunciar, em peças de publicidade, as especialidades e os títulos acadêmicos que efetivamente possui, junto com endereço, horário de atendimento, instalações, equipamentos, métodos de tratamento e símbolos profissionais.

Texto oficial da norma

O que está no escopo

Faz parte

  • Calendário mensal de conteúdo educativo sobre sinais de perda auditiva, sem citar marca ou modelo de aparelho e sem prometer resultado além do que uma avaliação indica
  • Publicação nos canais incluídos no plano, com identificação da especialidade em Audiologia efetivamente possuída
  • Organização de perguntas frequentes sobre como funciona a primeira avaliação

Não faz parte

  • Promessa de melhora de audição além do que a avaliação indica, em qualquer publicação
  • Indicação de marca ou modelo de aparelho auditivo, que é decisão clínica do fonoaudiólogo
  • Gestão de comentários e mensagens, que é serviço adicional

Quando não faz sentido contratar

  • Se a maior parte dos contatos já chega decidida sobre marca de aparelho, esse público já está bem atendido pelo catálogo do Google Perfil — o ganho deste serviço está em quem ainda nem reconheceu o próprio sintoma.
  • Se o público real são pais de bebês encaminhados por triagem auditiva neonatal, quem decide é o pediatra ou o hospital, não o reconhecimento de sinal que este conteúdo educa.
Perguntas frequentes

Dúvidas sobre gestão de redes sociais para fonoaudiólogos audiologistas.

Quem define os temas dos conteúdos?

A Forja organiza os temas com base nas informações da empresa, nos objetivos do período, nos serviços ou produtos prioritários e no plano contratado. O cliente também pode apresentar sugestões e necessidades importantes.

Como funciona a aprovação?

A Forja apresenta os conteúdos antes da publicação. O cliente revisa textos, imagens, preços, datas e informações e então aprova ou solicita os ajustes previstos no plano.

Quem atende os contatos gerados?

A empresa contratante é responsável por atender os contatos recebidos, salvo quando existir um serviço específico de atendimento contratado separadamente.

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