Planejamento e criação de conteúdo · Direito médico e da saúde

Planejamento e criação de conteúdo para advogados de direito médico

A campanha, o perfil, as redes e o site desta área já mostram que paciente lesado e médico notificado são públicos opostos — e a pauta editorial tem o mesmo problema, só que em texto: um artigo sobre "seus direitos como paciente" afasta o médico que teme reconhecer um colega no texto; um artigo técnico sobre rito de defesa em processo ético não fala com quem procura no meio de um luto. A Forja mantém duas linhas editoriais separadas — uma para cada público — e nenhuma delas pode se apoiar em caso real, mesmo favorável, nem chamar o escritório de "especialista em direito médico" sem o título certificado que a norma da OAB exige para esse rótulo.

Como o paciente de direito médico e da saúde chega até a agenda

  1. Quem procura

    Paciente ou família num momento de luto ou indignação, e médico ou clínica que monitoram o próprio risco profissional — os mesmos dois públicos já identificados nos outros canais desta área, agora lendo pauta em vez de olhar peça.

  2. Quando procura

    O paciente lê semanas depois de um desfecho ruim, buscando entender o próprio caso; o médico ou a clínica acompanham o conteúdo de forma contínua, como quem monitora risco profissional, sem vínculo com nenhum processo em curso.

  3. Como decide

    Pela linha editorial que reconhece qual dos dois públicos ela é — o paciente rejeita um texto técnico demais, o médico rejeita um texto que soe como acusação genérica contra a categoria.

  4. De quanto em quanto tempo volta

    O paciente lê pontualmente, no caso que já vive; o médico ou a clínica acompanham a pauta ao longo do tempo, num consumo mais parecido com monitoramento do que com pesquisa pontual.

A pauta não pode ter uma única linha editorial para os dois públicos, e nenhuma pode usar caso real nem o rótulo de especialista sem título

O Provimento CFOAB 205/2021 veda a promessa de resultado e o uso de caso concreto para oferta de atuação profissional, sem abrir exceção para caso favorável — o que fecha o formato mais tentador de pauta nesta área, a que narraria o desfecho de um processo real, mesmo sem nome. A mesma norma veda o anúncio de especialidade para a qual o advogado não possua título certificado ou notória especialização — e como direito médico é frequentemente uma área de atuação, não um título formal, a pauta evita chamar o escritório de "especialista" sem esse registro. A Forja mantém duas linhas editoriais coerentes — uma para paciente, outra para profissional de saúde —, sempre sem caso real e sem rótulo de especialista indevido.

OAB Em vigor desde 15/07/2021

Provimento CFOAB 205/2021

art. 6º, caput e parágrafo único

Vedada a promessa de resultado e o uso de caso concreto para oferta de atuação profissional.

Texto oficial da norma

OAB Em vigor desde 15/07/2021

Provimento CFOAB 205/2021

art. 3º, III

É vedado o anúncio de especialidades para as quais não possua título certificado ou notória especialização.

Texto oficial da norma

O que está no escopo

Faz parte

  • Duas linhas editoriais separadas — uma para o público de paciente, outra para o público de profissional de saúde —, sem caso real em nenhuma das duas
  • Pauta explicativa sobre rito de erro médico ou de processo ético, sem generalização contra a categoria médica
  • Uso do termo "especialista" apenas quando o escritório tiver o título certificado correspondente

Não faz parte

  • Pauta que narre caso real, mesmo anonimizado ou com resultado favorável, como prova de atuação
  • Uso do rótulo "especialista em direito médico" sem título certificado ou notória especialização
  • Pauta que generalize ou ataque a categoria médica para captar o público de pacientes

Quando não faz sentido contratar

  • Se o escritório ainda não decidiu qual dos dois públicos quer atender, manter as duas linhas editoriais ativas ao mesmo tempo é decisão de escopo, não item automático do plano.
  • Se o advogado tem título certificado em direito médico, o rótulo de especialista passa a ser permitido — mas a vedação de caso real continua valendo do mesmo jeito.
Perguntas frequentes

Dúvidas sobre planejamento e criação de conteúdo para advogados de direito médico.

Quem define os temas dos conteúdos?

A Forja organiza os temas com base nas informações da empresa, nos objetivos do período, nos serviços ou produtos prioritários e no plano contratado. O cliente também pode apresentar sugestões e necessidades importantes.

O que conta como um conteúdo?

Cada publicação prevista no calendário conta como um conteúdo. Um carrossel conta como um conteúdo. Um vídeo curto também pode contar como um conteúdo quando estiver incluído no volume mensal.

Para quais empresas a Forja é indicada?

Para negócios que precisam organizar a presença digital, publicar com consistência e acompanhar campanhas sem criar uma estrutura interna completa. A escolha do plano depende dos canais, do volume de conteúdo e da necessidade de anúncios.

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