Planejamento e criação de conteúdo · Análises Clínicas
Planejamento e criação de conteúdo para biomédicos de análises clínicas
Um laboratório faz muito mais exame do que hemograma e glicemia — tem sorologia, perfil hormonal, exame genético — e a pauta que só fala do exame de rotina deixa metade do serviço sem explicação nenhuma. A Resolução CFBM 330/2020 veda divulgar vídeo que demonstre a técnica de um procedimento para leigos, o que aqui alcança o vídeo da coleta em si, e exige Termo de Consentimento Livre e Esclarecido para qualquer imagem do procedimento — mesmo quando é só a mão sendo puncionada. O calendário explica o que cada exame investiga e como se preparar, sem mostrar a técnica da coleta.
Como o paciente de análises clínicas chega até a agenda
1
Quem procura
Quem recebeu um pedido médico com um exame que nunca ouviu falar — hormonal, genético, uma sorologia específica — e quer entender o que ele investiga antes de ir coletar.
2
Quando procura
Entre a consulta que pediu o exame e a data agendada da coleta, numa janela que varia conforme o tipo de exame: rotina anual não gera pressa, acompanhamento de doença crônica gera busca recorrente a cada retorno.
3
Como decide
Pela pauta explicar o exame específico do pedido em mãos — quem tem pedido de perfil hormonal não se interessa por pauta sobre hemograma, e um calendário que só fala do exame mais comum deixa o restante do catálogo sem conteúdo.
4
De quanto em quanto tempo volta
Consumo pontual e ligado ao pedido em mãos: a mesma pessoa pode nunca mais procurar conteúdo sobre aquele exame específico depois de entender o preparo, o que exige o calendário cobrir o catálogo inteiro ao longo do tempo, não só os exames mais pedidos.
O vídeo que mais explicaria a coleta é o que a norma mais veda mostrar
O art. 11, g da Resolução CFBM 330/2020 veda ao biomédico divulgar vídeos ou imagens que demonstrem as técnicas de procedimentos para leigos, com conteúdo relativo ao transcurso ou à realização das atividades, exceto em publicação científica — e a coleta de sangue ou de outro material biológico é, para este fim, o procedimento do laboratório: o vídeo "veja como coletamos" não pode ir ao ar fora desse contexto. Soma-se o art. 10, § 1º, que exige Termo de Consentimento Livre e Esclarecido para qualquer imagem de procedimento de execução comprovada, ainda que mostre só a mão sendo puncionada. O que sobra, e funciona, é o conteúdo sobre o que cada exame investiga, o preparo necessário e o prazo de resultado — sem imagem da coleta em si.
CFBM/CRBMEm vigor desde 06/11/2020
Resolução CFBM 330/2020 (Código de Ética do Profissional Biomédico)
art. 11, g
É vedado ao biomédico a divulgação de vídeos e/ou imagens que demonstrem as técnicas de procedimentos para leigos com conteúdo relativo ao transcurso e/ou à realização das atividades, exceto em publicações científicas.
Resolução CFBM 330/2020 (Código de Ética do Profissional Biomédico)
art. 10, § 1º
O biomédico pode divulgar em mídia exterior ou eletrônica autorretrato, imagem de procedimento de sua execução cientificamente comprovada e imagem de resultado final, sempre com autorização prévia do usuário ou de seu representante legal por Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE); a imagem de resultado final exige ainda a ressalva de que não representa garantia de resultado, e a imagem de "antes e depois" exige a legenda "divulgação autorizada pelo usuário".
Calendário mensal com rotação entre os tipos de exame do catálogo (hemograma, perfil hormonal, sorologias, exames genéticos, entre outros)
Conteúdo educativo sobre o que cada exame investiga, preparo e prazo de resultado
Organização do TCLE de qualquer imagem que registre o procedimento de coleta
Não faz parte
Vídeo ou imagem que demonstre a técnica da coleta para leigos
Imagem do procedimento de coleta sem TCLE documentado, mesmo mostrando só a mão
Interpretação de resultado ou orientação clínica ao paciente
Quando não faz sentido contratar
Se a expectativa é o vídeo da coleta sendo feita, o art. 11, g fecha esse caminho antes do primeiro post.
Se ninguém no laboratório documenta o TCLE de quem aparece em imagem de procedimento, o calendário fica limitado ao que não precisa dessa autorização.
Perguntas frequentes
Dúvidas sobre planejamento e criação de conteúdo para biomédicos de análises clínicas.
Quem define os temas dos conteúdos?
A Forja organiza os temas com base nas informações da empresa, nos objetivos do período, nos serviços ou produtos prioritários e no plano contratado. O cliente também pode apresentar sugestões e necessidades importantes.
O que conta como um conteúdo?
Cada publicação prevista no calendário conta como um conteúdo. Um carrossel conta como um conteúdo. Um vídeo curto também pode contar como um conteúdo quando estiver incluído no volume mensal.
Quem cria os textos e as artes?
A Forja cria as legendas, as peças visuais e os formatos previstos no plano. Informações comerciais, preços, datas e condições precisam ser confirmados pela empresa.
Fale sobre marketing digital para análises Clínicas
Conte o objetivo do seu negócio e o que já é feito hoje. A gente responde dizendo se faz sentido — inclusive quando não faz.
Próximo passo
Pronto para organizar o marketing de quem atende análises clínicas?
Conheça os planos da Forja ou explique a necessidade específica da sua empresa. O próximo passo será orientado de acordo com os canais, o volume de conteúdo e os objetivos do negócio.