Planejamento e criação de conteúdo · Cardiologia

Planejamento e criação de conteúdo para cardiologistas

O calendário de conteúdo desta especialidade tem duas frentes bem diferentes: artigo de blog explicando o que cada exame mostra (o que é ecocardiograma, para que serve o holter, como funciona o teste ergométrico) — pauta de busca informacional, indexada e evergreen —, e legenda mais curta para post social, ligada ao mesmo tema mas sem a profundidade técnica do artigo. A tentação em ambos os formatos é a mesma: descrever o aparelho como superior ao da concorrência. A Forja escreve as duas frentes dentro do que a norma permite dizer sobre equipamento.

Como o paciente de cardiologia chega até a agenda

  1. Quem procura

    Leitor que pesquisa o nome do exame no Google, sem ainda ter sido encaminhado a ele — quer entender o que é antes de perguntar ao próprio médico —, ao lado de quem já segue o perfil e lê o post mais curto sobre o mesmo tema.

  2. Quando procura

    Busca pelo artigo de blog acontece o ano inteiro, com picos leves quando um exame vira assunto de reportagem; o post social sobre o mesmo tema é lido junto com o restante do calendário, sem sazonalidade própria.

  3. Como decide

    Pela clareza técnica do artigo, mais do que pela promessa — texto que explica o que o exame mostra, sem prometer diagnóstico, é o que sustenta posição de busca a longo prazo, diferente de uma peça paga que precisa converter na hora.

  4. De quanto em quanto tempo volta

    Consumo de artigo de blog costuma ser único por tema — o leitor pesquisa uma vez e segue em frente —; o post social sobre o mesmo tema pode ser reencontrado meses depois, quando o algoritmo o recircula.

O artigo que explica o exame e o aparelho que o realiza puxam para o mesmo risco: dizer que aquele aparelho é melhor que o da concorrência

Um artigo técnico sobre ecocardiograma, holter ou teste ergométrico precisa nomear o exame para ser encontrado na busca — e nomear o exame põe o aparelho no meio do texto. A Resolução CFM 2.336/2023 veda atribuir capacidade privilegiada a aparelhagens e participar de propaganda de equipamento induzindo à garantia de resultado, e essa vedação vale tanto para o artigo de blog quanto para a legenda mais curta que reaproveita o mesmo tema nas redes — o texto mais longo só tem mais espaço para a frase proibida aparecer sem querer. Toda pauta que cita a especialidade também carrega a exigência de nome, CRM e RQE visíveis, incluída a assinatura do artigo.

CFM Em vigor desde 11/03/2024

Resolução CFM 2.336/2023

art. 11, II e IV

Vedado atribuir capacidade privilegiada a aparelhagens e participar de propaganda de medicamento, insumo médico ou equipamento induzindo à garantia de resultados.

Texto oficial da norma

CFM Em vigor desde 11/03/2024

Resolução CFM n. 2.336/2023

art. 4º, I e II

As peças de publicidade/propaganda médica deverão conter, obrigatoriamente: nome e número de registro no CRM acompanhados da palavra MÉDICO; e especialidade e/ou área de atuação, quando registrada no CRM, seguida pelo número de Registro de Qualificação de Especialista (RQE).

Texto oficial da norma

O que está no escopo

Faz parte

  • Artigo de blog explicando o que cada exame mostra, sem qualificar o aparelho como superior
  • Post social reaproveitando o mesmo tema em formato mais curto
  • Nome, CRM e RQE visíveis na assinatura de todo conteúdo que cita a especialidade

Não faz parte

  • Texto que atribua capacidade privilegiada a um aparelho específico
  • Promessa de diagnóstico a partir da leitura do artigo
  • Produção presencial de imagem do exame ou do consultório

Quando não faz sentido contratar

  • Se a clínica não realiza os exames que o artigo explicaria (encaminha para outro serviço), a pauta de blog proposta aqui perde a conexão com o que o consultório oferece.
  • Se a expectativa é que todo artigo gere agendamento direto, o formato de busca informacional converte mais devagar do que uma campanha paga por exame com data.
Perguntas frequentes

Dúvidas sobre planejamento e criação de conteúdo para cardiologistas.

Quem define os temas dos conteúdos?

A Forja organiza os temas com base nas informações da empresa, nos objetivos do período, nos serviços ou produtos prioritários e no plano contratado. O cliente também pode apresentar sugestões e necessidades importantes.

Quem cria os textos e as artes?

A Forja cria as legendas, as peças visuais e os formatos previstos no plano. Informações comerciais, preços, datas e condições precisam ser confirmados pela empresa.

Para quais empresas a Forja é indicada?

Para negócios que precisam organizar a presença digital, publicar com consistência e acompanhar campanhas sem criar uma estrutura interna completa. A escolha do plano depende dos canais, do volume de conteúdo e da necessidade de anúncios.

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