Planejamento e criação de conteúdo · Neuropsicologia

Planejamento e criação de conteúdo para neuropsicólogos

A pauta de neuropsicologia atende dois públicos que quase nunca se cruzam: a criança com suspeita de dificuldade de aprendizagem, cujo pico de busca sai do calendário escolar — o início do ano letivo e o fechamento do boletim de meio de ano reabrem a dúvida sobre TDAH e dislexia —, e o idoso com queixa de memória, cujo pico segue o calendário de saúde pública, com destaque para o Dia Mundial do Alzheimer, em 21 de setembro. Uma pauta que só fala de infância esquece o público que qualquer clínica de neuropsicologia atende no mesmo mês; a Forja mantém as duas frentes na pauta com peso definido, não por acaso.

Como o paciente de neuropsicologia chega até a agenda

  1. Quem procura

    Mãe ou pai reunindo a queixa escolar do filho, ao lado de filho ou cônjuge de idoso com queixa de memória recorrente — dois leitores que raramente convivem no mesmo texto, mas convivem no mesmo calendário editorial.

  2. Quando procura

    Início do ano letivo e fechamento do boletim de meio de ano para a pauta infantil; setembro, por causa do Dia Mundial do Alzheimer, para a pauta de declínio cognitivo no idoso — dois picos que não se sobrepõem.

  3. Como decide

    Pela clareza sobre o que a avaliação neuropsicológica de fato investiga em cada faixa etária — pauta que promete confirmar ou descartar diagnóstico converte pior do que a que só descreve o processo de testagem, vedação que vale para as duas frentes.

  4. De quanto em quanto tempo volta

    A pauta infantil concentra leitura em dois momentos do ano letivo; a pauta do idoso é mais distribuída, com pico só em setembro — o calendário edita as duas frequências em paralelo, não intercaladas ao acaso.

A pauta reserva o calendário escolar para a infância e setembro para o declínio cognitivo no idoso, sem prometer confirmar diagnóstico em nenhuma das duas

Início do ano letivo, fechamento de boletim e o Dia Mundial do Alzheimer em 21 de setembro são os três gatilhos reais de busca por neuropsicologia, e cada um puxa um público diferente — não faz sentido tratar como um público só. Mas o CEPP veda usar depoimento de paciente atendido em qualquer uma das duas frentes, mesmo com autorização por escrito, porque a recomendação do próprio Conselho é não usar por risco de exposição da pessoa atendida; e toda publicidade da especialidade tem que trazer nome completo e número de registro no CRP, sem previsão taxativa de resultado de avaliação. A pauta explica o processo de testagem por faixa etária, nunca promete confirmar ou descartar diagnóstico.

CFP Em vigor desde 01/06/2022

Nota Técnica CFP 1/2022/SOE (Uso Profissional das Redes Sociais), apoiada no art. 9º do CEPP

seção "Publicidade Profissional: Uso de Depoimentos e de Fotos"; CEPP (Resolução CFP 010/2005) art. 9º

Na publicidade, o psicólogo não pode usar depoimentos de pessoas atendidas ou usuários nem compartilhar depoimentos e fotos dessas pessoas; havendo consentimento expresso e por escrito do paciente ou usuário, a utilização de fotos e depoimentos é permitida, mas não recomendada, pela possibilidade de exposição da pessoa atendida.

Texto oficial da norma

CFP Em vigor desde 27/08/2005

Código de Ética Profissional do Psicólogo (Resolução CFP 010/2005)

art. 20, alíneas "a", "d" e "e"

Ao promover publicamente seus serviços, o psicólogo "informará o seu nome completo, o CRP e seu número de registro", "não utilizará o preço do serviço como forma de propaganda" e "não fará previsão taxativa de resultados".

Texto oficial da norma

O que está no escopo

Faz parte

  • Calendário anual com pauta infantil concentrada no calendário escolar e pauta de declínio cognitivo concentrada em setembro
  • Textos com nome completo e CRP do profissional, sem previsão de resultado de avaliação
  • Explicação do processo de testagem por faixa etária, sem uso de depoimento de paciente atendido

Não faz parte

  • Depoimento ou foto de paciente atendido, mesmo com autorização por escrito
  • Pauta que prometa confirmar ou descartar diagnóstico antes da avaliação
  • Menção a preço do serviço como forma de divulgação

Quando não faz sentido contratar

  • Se a clínica atende só um dos dois públicos — só infância ou só avaliação do idoso —, a divisão de peso proposta aqui não se aplica e o calendário deve ser montado só em cima do público real.
  • Se a expectativa é pauta com relato de caso para ilustrar o que a avaliação encontra, a vedação de depoimento e de exposição do paciente impede esse formato mesmo anonimizado.
Perguntas frequentes

Dúvidas sobre planejamento e criação de conteúdo para neuropsicólogos.

O que conta como um conteúdo?

Cada publicação prevista no calendário conta como um conteúdo. Um carrossel conta como um conteúdo. Um vídeo curto também pode contar como um conteúdo quando estiver incluído no volume mensal.

Posso solicitar conteúdos extras?

Sim, desde que a demanda seja analisada. Conteúdos fora do volume mensal poderão ser contratados separadamente.

Para quais empresas a Forja é indicada?

Para negócios que precisam organizar a presença digital, publicar com consistência e acompanhar campanhas sem criar uma estrutura interna completa. A escolha do plano depende dos canais, do volume de conteúdo e da necessidade de anúncios.

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