Guia de estrutura

Calendário de redes sociais

Calendário não é lista de temas: é o registro de decisões tomadas antes de a semana começar. Quando ele existe, a pergunta do dia deixa de ser "o que postar" e passa a ser "o que já está aprovado".

Sem calendário, a pauta é decidida com pressa — e pressa produz sempre a mesma peça.

As quatro semanas que importam

Trabalhe com quatro semanas à frente, não com o mês fechado. É a distância que permite corrigir sem apagar trabalho já feito.

A quinta semana é a reserva: feriado, imprevisto e pauta quente entram ali, sem quebrar o que estava planejado.

O ponto de partida

Liste as datas que já existem no negócio: sazonalidade, fechamento de mês, evento, aniversário da casa. Elas são o esqueleto do calendário e não precisam ser inventadas.

Depois, distribua as funções: provar, explicar, mostrar oferta. Sem equilíbrio, o perfil vira catálogo ou diário.

O mínimo necessário

  • Quatro semanas preenchidas, com função declarada em cada peça.
  • Datas fixas do negócio marcadas antes das demais.
  • Um responsável pela aprovação e um prazo para ela.
  • Um espaço reservado para pauta de última hora.

Como montar em passos

  1. 1

    Marque as datas do negócio

    O que já acontece todo ano não se planeja do zero.

  2. 2

    Defina a proporção de funções

    Quanto de prova, de explicação e de oferta em cada bloco.

  3. 3

    Escreva a pauta em uma linha

    Tema e formato bastam para começar a produção.

  4. 4

    Aprove em bloco

    Uma reunião por semana aprova o que vai ao ar na seguinte.

  5. 5

    Registre o que mudou

    Peça trocada e motivo: é o que ensina na próxima rodada.

Onde costuma falhar

Calendário grande demais: trinta peças planejadas, oito publicadas. O tamanho precisa caber na capacidade real de produção e de aprovação.

O outro extremo é o calendário decorativo, que existe no arquivo e não é consultado. Se a pessoa que publica não abre a planilha, ela é enfeite.

Como saber se está funcionando

O teste é simples: numa terça comum, alguém pergunta o que vai ao ar e a resposta está escrita. Se é preciso decidir na hora, o calendário ainda não funciona.

A segunda medida é atraso: quantas peças saíram fora do dia previsto no último mês.

O papel da Forja

  • Monta e mantém o calendário das quatro semanas
  • Leva a pauta para aprovação em bloco
  • Não publica nada sem aprovação registrada

Quando não faz sentido

  • Se o negócio vive de pauta imprevisível, um calendário rígido vira burocracia: use blocos, não dias fixos.
  • Se ninguém consegue aprovar em bloco, o calendário só antecipa o atraso.

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Quer as próximas quatro semanas decididas?

A Forja monta o calendário e conduz a aprovação; a pauta nasce do que o negócio já vive.