Planejamento e criação de conteúdo · Arquitetura de Interiores

Planejamento e criação de conteúdo para arquitetos de interiores

O feed de redes sociais alimenta o gosto estético de quem ainda não tem imóvel fechado; o conteúdo entra na reta final da decisão, quando o cliente já reduziu a escolha a um ou dois escritórios e quer entender, em mais detalhe do que uma foto permite, como foi o processo de um projeto parecido com o que imagina para o próprio imóvel. O estudo de caso precisa descrever o escopo real do que foi feito — sem inflar reforma estrutural onde houve só decoração — e creditar quem de fato assinou o trabalho.

Como o paciente de arquitetura de interiores chega até a agenda

  1. Quem procura

    Cliente que já reduziu a escolha a um ou dois escritórios e quer entender, em detalhe maior do que uma foto de feed permite, como foi o processo de um projeto parecido com o que ele imagina para o próprio imóvel.

  2. Quando procura

    Na reta final da decisão, depois de já ter comparado portfólio no Instagram e no Google Perfil — o artigo é o material que confirma a escolha antes do primeiro contato.

  3. Como decide

    Pela clareza do estudo de caso sobre o que realmente foi feito no projeto — separando o que é projeto de interiores do que seria reforma estrutural — e por reconhecer o nome e o número de registro de quem assinou o trabalho.

  4. De quanto em quanto tempo volta

    Leitura pontual por projeto, concentrada na reta final da decisão — diferente do consumo contínuo do feed, que acompanha por meses antes de qualquer imóvel fechado.

O estudo de caso descreve o escopo real do projeto, e a assinatura leva nome e registro de quem de fato assinou

Ao divulgar seu trabalho, o Código de Ética e Disciplina do CAU/BR (Resolução CAU/BR 52/2013, item 3.2.8) exige que o arquiteto considere a veracidade das informações — um estudo de caso que descreve como reforma completa um projeto que só tratou do acabamento e da decoração dos ambientes, sem intervenção estrutural, diverge dessa exigência. E, como em qualquer peça de comunicação que use projeto de Arquitetura e Urbanismo, a Resolução CAU/BR 67/2013, art. 15, exige que o nome do autor ou coautores e o número de registro no CAU apareçam creditados — inclusive quando o estudo de caso é assinado por quem coordenou o projeto, mas não o executou sozinho.

CAU Em vigor desde 06/09/2013

Código de Ética e Disciplina do CAU/BR, Resolução CAU/BR 52/2013

item 3.2.8

Ao comunicar, publicar, divulgar ou promover seu trabalho, o arquiteto e urbanista deve considerar a veracidade das informações e o respeito à reputação da Arquitetura e Urbanismo.

Texto oficial da norma

CAU/BR Em vigor desde 01/06/2014

Resolução CAU/BR nº 67, de 05/12/2013

art. 15

Em documentos, peças publicitárias, placas ou outro elemento de comunicação que utilize projeto ou trabalho técnico de criação em Arquitetura e Urbanismo, devem ser indicados o nome do autor ou dos coautores, o número de registro no CAU e as atividades técnicas desenvolvidas.

Texto oficial da norma

O que está no escopo

Faz parte

  • Estudo de caso de projeto real, descrevendo com precisão o escopo executado (interiores, com ou sem intervenção estrutural, conforme o que de fato ocorreu)
  • Crédito de autoria e coautoria, com nome e número de registro no CAU, em cada estudo de caso publicado
  • Pauta comparando estilos e soluções de projetos já entregues pelo escritório

Não faz parte

  • Descrição de escopo do projeto que exagere o que foi de fato executado
  • Publicação de estudo de caso sem crédito de autoria e coautoria
  • Orçamento ou prazo de obra prometido pelo próprio artigo

Quando não faz sentido contratar

  • Se o escritório não documentou com precisão o escopo de um projeto (o que foi decoração, o que foi projeto de interiores, o que foi reforma estrutural), o estudo de caso espera essa checagem antes de publicar.
  • Se o projeto teve mais de um autor e o escritório não tem certeza de quem assina o quê, o crédito de autoria espera essa confirmação antes de sair no artigo.
Perguntas frequentes

Dúvidas sobre planejamento e criação de conteúdo para arquitetos de interiores.

Quem define os temas dos conteúdos?

A Forja organiza os temas com base nas informações da empresa, nos objetivos do período, nos serviços ou produtos prioritários e no plano contratado. O cliente também pode apresentar sugestões e necessidades importantes.

Para quais empresas a Forja é indicada?

Para negócios que precisam organizar a presença digital, publicar com consistência e acompanhar campanhas sem criar uma estrutura interna completa. A escolha do plano depende dos canais, do volume de conteúdo e da necessidade de anúncios.

A Forja utiliza imagens de banco?

Imagens licenciadas ou recursos visuais podem ser utilizados quando forem adequados ao conteúdo e permitidos pelo escopo. Materiais que precisem representar pessoas, produtos ou instalações reais dependem do envio ou da produção específica.

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