Design · Arquitetura de Interiores

Design de peças para arquitetos de interiores

O tráfego pago e o Google Perfil já vedam usar imagem de referência como se fosse projeto do escritório, e o conteúdo já cobra precisão no escopo do estudo de caso. A peça de design herda a mesma exigência num formato diferente: quando o projeto envolveu mais de um profissional — por exemplo, a arquitetura de interiores sobre uma reforma estrutural assinada por outro arquiteto —, a arte precisa registrar essa coautoria, não só evitar afirmar autoria exclusiva que não existe.

Como o paciente de arquitetura de interiores chega até a agenda

  1. Quem procura

    O escritório que já filtrou a galeria e o feed para mostrar só projeto próprio, e agora precisa de peça de campanha ou de post que represente visualmente um projeto com mais de um autor envolvido.

  2. Quando procura

    No momento de produzir a peça de divulgação de um projeto específico — carrossel de antes e depois, anúncio com foto do ambiente pronto —, quando o escopo real do trabalho já está definido.

  3. Como decide

    Por a peça mostrar, de forma clara, quem assinou o quê quando houve mais de um profissional — e por não descrever como reforma completa um projeto que tratou só de acabamento e decoração, mesmo na legenda curta de uma arte.

  4. De quanto em quanto tempo volta

    Uma peça por projeto divulgado, reaberta quando o mesmo projeto é reaproveitado em formato diferente (post, carrossel, anúncio) — a checagem de autoria e escopo se repete a cada novo uso da mesma imagem.

A peça registra a coautoria quando o projeto teve mais de um profissional, não só evita mentir sobre autoria alheia

O Código de Ética e Disciplina do CAU/BR (Resolução CAU/BR 52/2013), item 3.2.9, veda o arquiteto assumir autoria de trabalho que não realizou — mas o mesmo Código, no item 5.2.12, vai além: manda reconhecer e registrar, em cada projeto, obra ou serviço, as situações de coautoria. Uma peça de campanha que mostra o ambiente pronto e credita só o arquiteto de interiores, quando um segundo profissional assinou a intervenção estrutural, não mente sobre autoria alheia — mas também não cumpre a parte da norma que exige documentar a própria coautoria. A mesma peça segue exigindo veracidade sobre o que foi de fato executado, a mesma regra que já vale para o estudo de caso do conteúdo.

CAU Em vigor desde 06/09/2013

Código de Ética e Disciplina do CAU/BR, Resolução CAU/BR 52/2013

item 3.2.9 e item 5.2.12

O arquiteto e urbanista deve se declarar impedido de assumir a autoria de trabalho que não tenha realizado — o mesmo dever de veracidade do item 3.2.8, agora aplicado ao caso mais concreto de portfólio: divulgar como próprio um projeto assinado por outro profissional, ou apagar da peça publicitária quem também assinou. O mesmo Código, no item 5.2.12, vai além da vedação: manda reconhecer e registrar, em cada projeto, obra ou serviço, as situações de coautoria — não basta não mentir sobre autoria alheia, é preciso também documentar a própria quando ela é compartilhada.

Texto oficial da norma

CAU Em vigor desde 06/09/2013

Código de Ética e Disciplina do CAU/BR, Resolução CAU/BR 52/2013

item 3.2.8

Ao comunicar, publicar, divulgar ou promover seu trabalho, o arquiteto e urbanista deve considerar a veracidade das informações e o respeito à reputação da Arquitetura e Urbanismo.

Texto oficial da norma

O que está no escopo

Faz parte

  • Peças de campanha e redes sociais com crédito de autoria e coautoria, quando o projeto envolveu mais de um profissional
  • Arte com descrição fiel do escopo executado (interiores, com ou sem intervenção estrutural), sem exagerar o que foi feito
  • Peças dentro do volume previsto no plano contratado

Não faz parte

  • Peça que credita só um profissional quando o projeto teve coautoria comprovada
  • Arte que descreve como reforma completa um projeto que tratou só de acabamento e decoração
  • Criação de identidade visual nova, que é projeto separado sob orçamento

Quando não faz sentido contratar

  • Se o escritório não documentou quem assinou cada parte de um projeto com mais de um profissional envolvido, a peça espera essa confirmação antes de ser publicada.
  • Se a expectativa é uma peça que valorize só o trabalho de interiores quando houve intervenção estrutural relevante de outro profissional, essa omissão esbarra no dever de registrar coautoria.
Perguntas frequentes

Dúvidas sobre design para arquitetos de interiores.

Quem cria os textos e as artes?

A Forja cria as legendas, as peças visuais e os formatos previstos no plano. Informações comerciais, preços, datas e condições precisam ser confirmados pela empresa.

A Forja utiliza imagens de banco?

Imagens licenciadas ou recursos visuais podem ser utilizados quando forem adequados ao conteúdo e permitidos pelo escopo. Materiais que precisem representar pessoas, produtos ou instalações reais dependem do envio ou da produção específica.

Quantas alterações posso solicitar?

O plano Presença e o plano Crescimento incluem uma rodada de ajustes por conteúdo. O plano Performance inclui duas rodadas.

Ver todas as perguntas

Continue por aqui

Outras especialidades

Fale sobre marketing digital para arquitetos de interiores

Conte o objetivo do seu negócio e o que já é feito hoje. A gente responde dizendo se faz sentido — inclusive quando não faz.

Ex.: o que já é feito hoje, o que trava, aonde quer chegar.

Próximo passo

Pronto para organizar o marketing de quem atende arquitetura de interiores?

Conheça os planos da Forja ou explique a necessidade específica da sua empresa. O próximo passo será orientado de acordo com os canais, o volume de conteúdo e os objetivos do negócio.

Nenhuma etapa antes da formalização representa compromisso de contratação.