Planejamento e criação de conteúdo para oftalmologistas
A dúvida mais comum que chega pelo campo de busca deste nicho é sobre cirurgia refrativa — LASIK, PRK, lentes intraoculares — e o erro mais comum do setor é anunciar um "especialista em cirurgia refrativa" como se essa fosse uma especialidade própria. Não é: pela relação vigente do CFM, cirurgia refrativa é procedimento dentro da Oftalmologia, e quem assina o artigo como especialista precisa ter RQE em Oftalmologia, não num título que a lista de especialidades não reconhece. A Forja escreve a pauta respeitando essa distinção, ao lado do conteúdo de rotina que sustenta o restante do calendário.
Como o paciente de oftalmologia chega até a agenda
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Quem procura
Leitor pesquisando o nome do procedimento — LASIK, PRK, lente intraocular — antes de decidir se quer cirurgia refrativa, ao lado de quem procura cuidado visual de rotina e conteúdo sobre saúde ocular infantil.
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Quando procura
Busca pelo artigo técnico acontece o ano inteiro, sem sazonalidade de calendário civil; picos leves quando um influenciador ou uma reportagem menciona o procedimento.
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Como decide
Pela clareza técnica do texto e por reconhecer que quem assina o artigo tem o RQE correto — um "especialista em LASIK" sem RQE em Oftalmologia é sinal de alerta para o leitor mais pesquisado, não um diferencial.
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De quanto em quanto tempo volta
Leitura pontual por tema técnico; o conteúdo de rotina (cuidado visual, tempo de tela) tem consumo mais constante e sustenta o retorno ao mesmo perfil.
Cirurgia refrativa não é especialidade — é procedimento dentro da Oftalmologia, e o artigo que erra isso erra a própria credencial
A norma do CFM considera especialista e detentor de título em área de atuação quem apresenta RQE, e determina que curso de pós-graduação lato sensu cadastrado no CRM seja anunciado como MÉDICO com pós-graduação na área, seguido da expressão NÃO ESPECIALISTA, em caixa alta. A relação vigente de especialidades — Portaria CME 01/2024 — reconhece Oftalmologia como especialidade única; "cirurgia refrativa" não é um título à parte dessa lista, é um procedimento realizado dentro dela. O artigo que apresenta o profissional como "especialista em cirurgia refrativa" sem esclarecer que o RQE é em Oftalmologia comete o mesmo erro que um anúncio pago cometeria — só que fixado num texto que continua no ar por anos, não numa campanha que termina.
CFMEm vigor desde 11/03/2024
Resolução CFM n. 2.336/2023
art. 13, § 1º, "d" e § 2º
Curso de pós-graduação lato sensu cadastrado no CRM é anunciado como MÉDICO(A) com pós-graduação em (área), seguido de NÃO ESPECIALISTA, em caixa alta; e é considerado especialista e detentor de título em área de atuação todo aquele que apresentar RQE.
Resolução CFM n. 2.380/2024, que aprova a Portaria CME n. 01/2024
Portaria CME 01/2024, anexos A e B
A relação vigente reconhece 55 especialidades médicas e 62 áreas de atuação, e são categorias distintas: reprodução assistida, hepatologia, medicina do sono e medicina paliativa constam como ÁREAS DE ATUAÇÃO, não como especialidades. Esta Portaria revoga a de 2023, que ainda aparece com mais frequência nas buscas — quem procura pelo número antigo cai numa lista já superada. A distinção entre especialidade e área de atuação não existe no sistema de especialidades da Odontologia, que reconhece tudo pelo mesmo nome.
Artigo de blog explicando os procedimentos de cirurgia refrativa com a credencial correta do profissional
Pauta de rotina sobre cuidado visual, tempo de tela e saúde ocular infantil
Nome, CRM e RQE em Oftalmologia visíveis na assinatura de todo conteúdo que cita a especialidade
Não faz parte
Uso do termo "especialista em cirurgia refrativa" como se fosse título registrado à parte da Oftalmologia
Promessa de resultado ou de dispensa de óculos a partir da leitura do artigo
Produção presencial de imagem do exame ou do consultório
Quando não faz sentido contratar
Se o profissional não tem RQE em Oftalmologia, nenhuma variação de "especialista em cirurgia refrativa" pode substituir essa credencial no texto.
Se a clínica não realiza os exames pré-operatórios que o artigo explicaria, a pauta perde a conexão com o que de fato é oferecido.
Perguntas frequentes
Dúvidas sobre planejamento e criação de conteúdo para oftalmologistas.
Quem define os temas dos conteúdos?
A Forja organiza os temas com base nas informações da empresa, nos objetivos do período, nos serviços ou produtos prioritários e no plano contratado. O cliente também pode apresentar sugestões e necessidades importantes.
O que conta como um conteúdo?
Cada publicação prevista no calendário conta como um conteúdo. Um carrossel conta como um conteúdo. Um vídeo curto também pode contar como um conteúdo quando estiver incluído no volume mensal.
Para quais empresas a Forja é indicada?
Para negócios que precisam organizar a presença digital, publicar com consistência e acompanhar campanhas sem criar uma estrutura interna completa. A escolha do plano depende dos canais, do volume de conteúdo e da necessidade de anúncios.
Conte o objetivo do seu negócio e o que já é feito hoje. A gente responde dizendo se faz sentido — inclusive quando não faz.
Próximo passo
Pronto para organizar o marketing de quem atende oftalmologia?
Conheça os planos da Forja ou explique a necessidade específica da sua empresa. O próximo passo será orientado de acordo com os canais, o volume de conteúdo e os objetivos do negócio.