Gestão de redes sociais · Enfermagem em Cuidados Paliativos

Gestão de redes sociais para enfermeiros de cuidados paliativos

No Google Perfil, a avaliação pública pode narrar o fim da vida de alguém, sem que responder a ela esteja incluído no serviço. Nas redes sociais o risco muda de lugar: aqui é a própria clínica que publica, de forma recorrente, e a Resolução COFEN 554/2017 veda autopromoção e sensacionalismo em qualquer meio — por isso o calendário não narra caso de paciente, nem anonimizado; explica cuidado de sintomas e apoio à família em termos gerais, o mesmo tipo de conteúdo que continua fazendo sentido para quem segue o perfil mesmo depois de uma perda.

Como o paciente de enfermagem em cuidados paliativos chega até a agenda

  1. Quem procura

    Familiares em diferentes momentos: alguns logo depois de um diagnóstico grave, buscando entender o que esperar; outros que já perderam um parente e continuam seguindo por apoio; e profissionais de saúde que acompanham por interesse técnico, considerando encaminhar um paciente.

  2. Quando procura

    Consumo contínuo, sem um único momento de urgência — diferente do Google Perfil, aberto quase sempre logo depois de um diagnóstico específico.

  3. Como decide

    Por reconhecer, em conteúdo educativo sobre controle de sintomas e apoio à família, uma linguagem cuidadosa e sem sensacionalismo — não por uma avaliação pública sobre um caso específico, que aqui simplesmente não existe como formato de conteúdo.

  4. De quanto em quanto tempo volta

    Alguns seguem por tempo indefinido, incluindo depois do desfecho de um caso próprio — diferente do Google Perfil, que a mesma família não reabre depois disso.

O conteúdo pode explicar cuidado paliativo em termos gerais, mas nunca contar a história de um paciente específico, nem anonimizada

A Resolução COFEN 554/2017 veda autopromoção e sensacionalismo (art. 9º) e exige identificação completa em toda peça (art. 3º) — e o Código de Ética da mesma categoria (Resolução COFEN 564/2017, arts. 19 e 20) autoriza expressamente o uso de mídia social com finalidade educativa, o que sustenta este serviço mesmo numa especialidade sensível. O limite que a Forja aplica aqui é mais restrito do que a norma exige por escrito: o calendário não narra a evolução nem o desfecho de um paciente específico, mesmo sem nome, porque uma história reconhecível por quem viveu aquele cuidado pode ferir a mesma família que o conteúdo deveria apoiar.

COFEN Em vigor desde 31/07/2017

Resolução COFEN 554/2017

art. 9º, caput e parágrafo único

O profissional de enfermagem pode usar qualquer meio de divulgação para prestar informações, dar entrevistas e publicar artigos científicos sobre assuntos de enfermagem; nessas situações é vedada sua autopromoção e o sensacionalismo, preservando sempre o decoro da profissão.

Texto oficial da norma

COFEN Em vigor desde 06/12/2017

Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, Resolução COFEN 564/2017

art. 19, art. 20 e art. 53

O Código de Ética não trata a publicidade só como restrição: autoriza expressamente o uso de mídias sociais e meios eletrônicos para conceder entrevistas, ministrar cursos e divulgar eventos com finalidade educativa e de interesse social (art. 19), e o anúncio da prestação de serviços para os quais o profissional detenha habilidade e competência técnico-científica e legal (art. 20) — o mesmo Código que veda, no art. 84, anunciar título que não possa comprovar. O art. 53 soma um dever mais geral: resguardar os preceitos éticos e legais da profissão quanto ao conteúdo e à imagem veiculados em qualquer meio de comunicação e publicidade, não só nas redes sociais.

Texto oficial da norma

O que está no escopo

Faz parte

  • Calendário mensal de conteúdo educativo sobre controle de sintomas e apoio à família, em termos gerais, sem referência a caso específico
  • Descrição do perfil e das publicações com identificação completa (nome, Coren, categoria)
  • Legendas e artes dentro do volume do plano contratado

Não faz parte

  • Narrativa da evolução ou do desfecho de um paciente específico, mesmo anonimizada
  • Gestão de comentários e mensagens, que é serviço adicional
  • Prestação do cuidado em si, que é serviço do enfermeiro ou da equipe

Quando não faz sentido contratar

  • Se a expectativa é usar a história de um paciente real para ilustrar o trabalho, mesmo sem identificá-lo, esse tipo de conteúdo fica fora do que este serviço publica nesta especialidade.
  • Se a demanda real do enfermeiro é cuidado domiciliar de recuperação, não de fim de vida, o serviço certo é o de home care, não este.
Perguntas frequentes

Dúvidas sobre gestão de redes sociais para enfermeiros de cuidados paliativos.

Quem define os temas dos conteúdos?

A Forja organiza os temas com base nas informações da empresa, nos objetivos do período, nos serviços ou produtos prioritários e no plano contratado. O cliente também pode apresentar sugestões e necessidades importantes.

Com o que a Forja se compromete?

Com o escopo declarado antes da contratação, com a apresentação dos conteúdos para aprovação, com a transparência sobre o que está e o que não está incluído e com a ausência de promessas que dependam de fatores fora do seu controle.

A Forja atende minha cidade?

O planejamento, o conteúdo, o design, as redes sociais e o tráfego pago são conduzidos a distância, o que não depende da cidade da empresa. Serviços que exigem presença física, como a captação de fotos e vídeos, dependem de localização e disponibilidade.

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